– Ainda bem que ela bateu a parte de trás da cabeça – ele disse, andando pela sala, enquanto desviava do líquido vermelho que esfriava. – Seu rosto é tão bonito.
Ela sabia, é claro. No fundo, bem no fundo, ela sempre soube. Os medos, as palpitações, a ansiedade. Tudo aquilo que se confundia com amor. Nunca deveria ter exigido tanto do namorado, era só o jeito dele. Deveria era ter escrito sua carta de suicídio.
Olhando bem, nem parecia estar morta. Bastava dar uma lavadinha, encher o buraco da cabeça na frente e atrás de algodão e pintar para dar uma corzinha. Igual os agentes funerários fazem. Ficaria perfeito. Nunca desconfiariam.
Esse é o primiro capítulo de um livro que estou escrevendo sobre relacionamentos abusivos. Vou postar um capítulo por dia até acabar.
Adoraria saber sua opinião, então deixe um comentário me dizendo o que achou, divida com quem você acha que vai gostar e me cobre se eu parar de postar.
Obrigada!
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