eu: nossa, seu peso de porta é um cachorro bonito com olhos de botão!
artur: ele deve pensar a mesma coisa de você. "olha! é bonito e tem olhos orgânicos!"
eu: talvez no mundo dele os botões sejam como nossos olhos.
artur: ou você deveria fumar menos.
eu não sei se eu deveria me sentir elogiada ou ofendida quando as pessoas pensam que eu uso drogas.
23.2.09
20.2.09
olha, gente! eu descobri como faz o negocinho legal do flickr que as pessoas colocam no blog. é tão legal que faz minhas fotos até parecerem melhores. :]
19.2.09
está cada vez mais difícil achar histórias que valem a pena ser contadas.
ficou uma merda, mas lá vai:
ela se apaixonou pela primeira vez. ele nem sabia que ela existia.
ela se apaixonou pela segunda vez. ele achou outras meninas que valessem a pena.
ela se apaixonou pela terceira vez. ele quebrou seu coração.
ela se apaixonou pela quarta vez. ele a usou, irremediavelmente.
ele se apaixonou. ela teve medo e duvidou muito.
ficou uma merda, mas lá vai:
ela se apaixonou pela primeira vez. ele nem sabia que ela existia.
ela se apaixonou pela segunda vez. ele achou outras meninas que valessem a pena.
ela se apaixonou pela terceira vez. ele quebrou seu coração.
ela se apaixonou pela quarta vez. ele a usou, irremediavelmente.
ele se apaixonou. ela teve medo e duvidou muito.
11.2.09
31.1.09
era a menina que não sabia dar cambalhota, dar estrelinha, fazer bolha de chiclete, pular elástico, jogar cinco marias, jogar qualquer coisa que envolvesse bola, taco ou raquete, andar de bicicleta, nadar, pintar as unhas, fazer trança francesa, cozinhar bolo de caixinha, desenhar direito, tocar qualquer instrumento, andar na sarjeta sem cair, fazer a pedrinha pular na água. era a menina que sempre respondia às perguntas difíceis e errava as fáceis, que passou no vestibular, mas reprovou o exame teórico de direção. a menina que divaga - sempre -, que gosta de falar das pessoas mesmo sem conhecer, que pensa que entende o ser humano sem se esforçar em conversar, que precisa de muitos estímulos pra realmente gostar de alguma coisa, que tem preguiça dos processos.
cresceu e foi fazer cinema.
cresceu e foi fazer cinema.
27.1.09
sapatos odeiam os meus pés.
todos eles.
eu tenho pés gordinhos. não. gordinhos, não. só são meio grossos na frente. o resto é normal. não só isso não me ajuda a ter equilíbrio em cima do salto, como faz com que todos os sapatos fechados - e alguns abertos - do mundo me deixem com bolhas nos dois dedinhos, que, irremediavelmente, sempre ficam esmagados dentro do sapato. eu já desisti de andar de sapatilha sem bandaid pra não descamar o tornozelo. eu reservo esses sapatinhos pra oportunidades onde eu não teria que andar muito. faço a mesma coisa com saltos altos que, por causa da dor na ponta do pé, já praticamente aboli da minha vida. fiquei apenas com uma botinha simpática que, sendo cano médio, não machuca meu tornozelo. isso por si só já é uma vantagem valiosíssima.
sapatos de festa sempre foram um terror. salto fino é a maior desgraça da humanidade. anabela (vulgo plataforma) pode ser confortável, mas eu não gosto, acho feio e sem classe. e quase não fazem sapatos bonitos de saltos grossos. o meu primeiro salto alto foi comprado aos 9 anos. era um tamanquinho branco da Barbie. lembro de ter dito à minha mãe que eu queria um salto alto e ter apontado um tamanco de adulto no pé de outra mulher. eu mal sabia do apocalipse que me aguardava.
até hoje eu só consegui comprar um par de sapatos de festa confortáveis. é baixinho, salto grosso e revestido de almofadinhas. simplesmente maravilhoso. pena que fosse muito feio. quer dizer, era branco. o modelo era boneca. seria uma gracinha se fosse, digamos, preto. (comprei pra ser valsante numa festa de debutante. eu nunca compraria um sapato branco por vontade própria. na verdade eu só uso sapatos pretos. é mais fácil de combinar. até porque quase todas as minhas roupas são pretas.) é engraçado que quando eu tinha uns 14, 15 anos eu andava de salto fino, agulha, numa boa. eu nem escorreguei na hora de subir no tablado na colação de grau da 8ª série, olha só!
enfim, recentemente eu tive acidentes seguidos com sapatilhas (que machucou meus tornozelos e me deu bolinhas nos dedinhos, depois de andar uns miseráveis 20 minutos), sandálias de uma tirinha só (conseguiu ferir o único lugar que cobria) e, hoje mais cedo, um Allstar pirata quase me fez querer amputar meus dois pés.
tudo começou quando eu quis comprar um all star xadrês. só que all star xadrês não custa 60 reais como os modelos lisos, é muito mais caro. então eu fui na galeria do rock esse fim de semana, onde eu sabia que vendia modelos mais baratos, e comprei o meu. inocente e ingênua, eu nunca tinha percebido que era cópia. tudo bem, é barato e bonito e igualzinho. sem problema nenhum. calcei o sapato. era um pouquinho apertado na frente e incomodava loucamente atrás. a moça disse que lacearia com o tempo. o problema é que ela esqueceu de comentar que meu pé cairia durante o processo. o tênis é todo duro, não macio como um bom tênis de lona deveria ser, então eu não conseguia fazer coisas simples como esticar os dedos dentro dele.
eu tinha comprado no sábado e hoje resolvi estreiar. meu tornozelo doía, mas até aí, tudo bem. fiz minha aula de direção e depois fui dar uma voltinha pelo centro. andando, até que não era tão ruim. mas a cada oportunidade que eu parava, voltar a andar se tornava um sacrifício maior. quando eu finalmente tirei os sapatos para ver o estrago, percebi que meus tornozelos estavam em carne viva, vermelhos, com a pele repuxada pra cima, bolhas do tamanho da lua, ocupando quase toda a área dos dedinhos, e as solas inteiras vermelhas. eu nunca calcei um sapato tão desconfortável. nenhum salto agulha zoou tanto o meu pé quanto esse. eu queria devolver, juntar mais 20 reais e comprar um allstar de verdade - macio, que não vai me dar bolhas em nenhum lugar -, mas, vocês sabem... produtos falsificados...
no fim das contas, minha irmã, que tem o pé menor, resolveu pegar o tênis matador pra ela e eu vou arrumar outro. vou fazer a vendedora esperar enquanto eu passeio durante meia hora com ele pra ver se é possível viver com ele.
eu não sei sobre vocês, mas, no meu mundinho, sapatos desconfortáveis fazem o melhor dos dias se tornar um inferno.
25.1.09
22.1.09
29.12.08
28.12.08
o bom de arrumar o quarto é que a gente acaba encontrando coisas esquecidas e muito úteis, como um bolo de CDs virgens, canetas e estojos inultizados e, principalmente, um mundo dos adesivos!!
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voltei de floripa um camarãozinho. não é possível! juro que passei um inútil protetor fator 25 e consegui me queimar em lugares estúpidos como o umbigo (COMO ASSIM?!) e atrás do joelho. e tá doendo horrores. use filtro solar. do maior fator possível.
voltei de floripa um camarãozinho. não é possível! juro que passei um inútil protetor fator 25 e consegui me queimar em lugares estúpidos como o umbigo (COMO ASSIM?!) e atrás do joelho. e tá doendo horrores. use filtro solar. do maior fator possível.
23.12.08
eu vou viajar pra florianópolis hoje à noite. tenho família lá e pans. agora você dirá: "porque ela está falando isso?" e eu vos responderei: "para matá-los de inveja, ora!" e então vocês retrucarão que está chovendo e que, bom, praias piscinas e demais divertimentos do lado de fora me serão negados. e então eu direi: "ah, foda-se, eu nunca gostei de praia, mesmo..."
edit: estou em floripa agora e está o maior solzão.
edit: estou em floripa agora e está o maior solzão.
21.12.08
um conto de natal.
24 de dezembro. a família toda estava reunida, com exceção da avó que havia falecido no ano anterior, na casa da tia mais velha. satisfeitos pela farta ceia de natal preparada em conjunto por todas as tias - mas que nunca substituiria a cozinha da avó -, os primos dormiam em colchonetes espalhados pela sala, entre a lareira - nunca utilizada, principalmente no natal brasileiro - e a árvore de natal.
a tia que alojava a família dormia satisfeita pelo sucesso do dia anterior, rezando para que tudo desse certo até o dia seguinte. vocês sabem, assumir uma tarefa tão complicada como realizar natais memoráveis depois da morte da matriarca da família é deveras exaustivo. mas, a ceia tendo dado certo, só faltava o amigo secreto no dia seguinte. e nada poderia dar errado com isso. todos os presentes estavam devidamente comportados debaixo da árvore.
ah, a árvore. o orgulho da tia. sempre a mais organizada das irmãs, a primogênita havia se esbaldado em decorações pela casa e, principalmente, na árvore de plástico - trazida anos antes, de quando morava no exterior. haviam tantas luzinhas e bolinhas e lacinhos e bonequinhos em madeira e neve falsa... a planta consistia num amontoado organizadíssimo de verde e vermelho e dourado. as luzinhas pisca-piscantes carregavam os galhos. era um expetáculo para os olhos. tão perfeito.
no meio da noite, no entanto, a prima menor, que tinha feito questão de dormir o mais perto da árvore possível - para poder abrir os seus presentes o mais rápido que conseguisse, assim que acordasse - acordou sentindo um cheiro estranho. era o mesmo cheiro que sentira na ocasião em que derreteu a cabeça e os cabelos da Barbie preferida enquanto usava a chapinha da mãe para alisar os cabelos platinados da boneca.
rolou no colchonete e, deitada de barriga para cima, viu a árvore de ponta cabeça. desvirou-se e olhou o objeto de frente. estava estranho. piscou uma vez. depois duas. estava laranja. estranho. antes era vermelho. vermelho e verde. não laranja.
acordou o primo preferido, um pouquinho mais velho, que dormia ao lado. ele gritou. alguns primos mais velhos acordaram com o grito, outros acordavam aos poucos com o calor.
a árvore inteira estava em chamas.
a árvore, os presentes embaixo dela, a cortina na parede mais próxima. tudo estava ardendo em fogo. ninguém acreditava em como não haviam percebido o estrago antes.
primos mais velhos corriam para a cozinha, para o banheiro, para a lavanderia trazendo água para tentar apagar o fogo. primos menores foram acordar os pais. a casa tinha se tornado um inferno. chamaram os bombeiros.
bombeiros muçulmanos, ateus e de outras religiões que não comemoram a data festiva vieram apagar o incêndio, enquanto toda a família, de pijama, esperava na calçada do outro lado da rua, assistindo ao fracasso do primeiro natal sem a avó.

feliz natal, gente.
19.12.08
dos melhores diálogos dos últimos tempos.
um.
antonio ia pra bahia, mas teve seu vôo atrasado em função das chuvas em minas. ficou 13 horas no aeroporto de guarulhos esperando poder voltar pra casa. pra vencer o tédio, tocou violão até cansar, usou o notebook até a bateria acabar, conversou com companheiros tristes da mesma situação. além disso, sua boa namorada ficou ligando o dia todo pra poder distraí-lo um pouco. e, nessas:
antonio: comprei misto-quente.
deborah: foi caro? porque tudo em aeroporto é caro.
antonio: 20 reais.
deborah: MEU DEUS!
antonio: do bukowsky. o livro.
dois.
depois do teste de atores que tinha durado o dia todo, carlos e deborah discutiam os candidatos:
deborah: eu gostei dele. ele é inteligente e tal. entendeu o roteiro. acho que ele vai ser um bom ator quando ele crescer.
carlos: quando ele crescer?
deborah: por que? quantos anos ele tem?
carlos: 21.
deborah: 21?! não! ele tem 17!
16.12.08
12.12.08
na colina mais alta, isolada do resto do vilarejo, morava o poeta, distanciado e indiferente a todas as outras almas. sentava sozinho dentro do castelo construído por ele mesmo, pedra sobre pedra, colocadas em seus lugares com suas próprias mãos. as pedras pareciam ser grandes demais para serem garregadas pelo poeta - ele, tão miúdo e fraco -, mas era capaz de levantar até construções inteiras apenas para se isolar.
gostava de ficar sozinho. pessoas não o atraíam. era chatas e todas iguais. tudo fora do castelo era chato e monótono. sempre era tudo igual e sempre ruim. pensava ser auto-suficiente. gostava de ficar pensando, ter suas próprias idéias. funcionava. produzia muito. não somente poemas, mas realizava gravuras e pinturas. às vezes, até esculpia.
o problema do isolamento é que, àlguma hora, o lado de dentro se esvazia. como osmose que chegou ao fim do equilíbrio. simplesmente, não havia mais o que dizer.
torturado pela necessidade de produzir - o seu único meio de entrar em contato com o que o cercava - e pela agonia de não conseguir fazê-lo, deitou a cabeça sobre a escrivaninha com o intuito de pensar, apenas. a cabeça apoiava-se sobre um dos braços. o outro, esticado à sua frente, segurava uma pena entre os dedos finos e pálidos.
não havia saído do castelo em muito tempo. nunca mais sairia. nunca mais deixaria a posição do pensador - aquele que pensa e não chega a nada.
gostava de ficar sozinho. pessoas não o atraíam. era chatas e todas iguais. tudo fora do castelo era chato e monótono. sempre era tudo igual e sempre ruim. pensava ser auto-suficiente. gostava de ficar pensando, ter suas próprias idéias. funcionava. produzia muito. não somente poemas, mas realizava gravuras e pinturas. às vezes, até esculpia.
o problema do isolamento é que, àlguma hora, o lado de dentro se esvazia. como osmose que chegou ao fim do equilíbrio. simplesmente, não havia mais o que dizer.
torturado pela necessidade de produzir - o seu único meio de entrar em contato com o que o cercava - e pela agonia de não conseguir fazê-lo, deitou a cabeça sobre a escrivaninha com o intuito de pensar, apenas. a cabeça apoiava-se sobre um dos braços. o outro, esticado à sua frente, segurava uma pena entre os dedos finos e pálidos.
não havia saído do castelo em muito tempo. nunca mais sairia. nunca mais deixaria a posição do pensador - aquele que pensa e não chega a nada.
7.12.08
3.12.08
quando eu tinha 15 anos eu tinha um humor mal-humorado e reclamava de tudo. de TUDO. hoje eu estou mal-humorada. este post cabe em 2004.
é que eu odeio a TAM. odeio, odeio, odeio, odeio. tentei fazer uma compra pela internet. os preços estavam ótimos, consegui datas boas, parcelei no cartão. quando fui passar a janela, pra ver se minha compra foi efetivada, apareceu a porra de uma janela dizendo pra eu escolher o país e a língua que eu queria que o site se apresentasse. arrumei as duas coisas. não foi pra frente. tentei voltar e tal e nada deu certo. liguei pro SAC. o número 0800 não estava funcionando. liguei pro número normal. me atenderam rápido. a moça disse que veria se a compra tinha sido feita, ligaria pro responsável por isso. esperei. fui comer alguma coisa. esperei. busquei a lixa de unha em outra sala. continuei epserando. peguei meu celular. 20 minutos tinham se passado. eu estava pagando a ligação. joguei um pouco de joguinho de celular. me cansei dele. lixei as unhas. continuei esperando. ouvi repetidamente as três propagandas gravadas, todas elas com sotaque "bonito" que puxa o R de uma maneira irritante enrolado no céu da boca e com os S´s sibilados demais. como S´s sibilados me irritam. como Rs enrolados no céu da boca estão começando a comer meu estômago. continuei esperando. no início da ligação, eu já estava irritada. há essa altura, eu estava enfurecida. comecei a pensar em como eu responderia pra atendente de voz irritante - e todas as atendentes de telemarketing têm voz irritante, deve ser uma lei - em como eu diria o quanto eu não tenho tempo para perder porque não sou uma atendente de telemarking e tenho, na verdade, outras coisas para fazer a não ser ouvir propagandas repetidas enquanto espero que verigiquem minha compra por telefone. estipulei um prazo. se passasse de meia hora eu desligaria. esperava ansiosa eu poder xingar a atendente. passou-se meia-hora. ninguém me atendeu. desliguei. voltei pro computador. tentei refazer a compra. porra, se não acharam até agora quer dizer que não existe. chequei meu e-mail antes, às vezes eles mandariam o extrato depois de feito. não recebi e-mail nenhum. realmente voltei ao site da TAM, já com medo. no segundo passo - escolher o vôo - apareceu a telinha da língua e do país. AHHHHHHH!!! e ainda me retornou pra página inicial do site. quero morrer. eu compraria em outra empresa se os preços da GOL não estivessem tão altas e as outras empresas não tivessem falido. que droga. vou lá no aeroporto comprar minha passagem. era assim que eles faziam antes de existir a internet?
droga. por isso não compro nada por internet. vou pra salvador de ônibus, mesmo. foda-se que demoram três dias de viagem! não quero mais dar meu dinheiro pra essa maldita empresa.
edit: liguei lá de novo. reclamei de tudo pra mulher. em 5 minutos ela respondeu que deu problema, mesmo. falei com meu pai, ele disse que podemos ir no aeroporto comprar a passagem. realmente é mais fácil.
---

participem aí. eu tô. vou criar um tempo pra fazer um presentinho.
é que eu odeio a TAM. odeio, odeio, odeio, odeio. tentei fazer uma compra pela internet. os preços estavam ótimos, consegui datas boas, parcelei no cartão. quando fui passar a janela, pra ver se minha compra foi efetivada, apareceu a porra de uma janela dizendo pra eu escolher o país e a língua que eu queria que o site se apresentasse. arrumei as duas coisas. não foi pra frente. tentei voltar e tal e nada deu certo. liguei pro SAC. o número 0800 não estava funcionando. liguei pro número normal. me atenderam rápido. a moça disse que veria se a compra tinha sido feita, ligaria pro responsável por isso. esperei. fui comer alguma coisa. esperei. busquei a lixa de unha em outra sala. continuei epserando. peguei meu celular. 20 minutos tinham se passado. eu estava pagando a ligação. joguei um pouco de joguinho de celular. me cansei dele. lixei as unhas. continuei esperando. ouvi repetidamente as três propagandas gravadas, todas elas com sotaque "bonito" que puxa o R de uma maneira irritante enrolado no céu da boca e com os S´s sibilados demais. como S´s sibilados me irritam. como Rs enrolados no céu da boca estão começando a comer meu estômago. continuei esperando. no início da ligação, eu já estava irritada. há essa altura, eu estava enfurecida. comecei a pensar em como eu responderia pra atendente de voz irritante - e todas as atendentes de telemarketing têm voz irritante, deve ser uma lei - em como eu diria o quanto eu não tenho tempo para perder porque não sou uma atendente de telemarking e tenho, na verdade, outras coisas para fazer a não ser ouvir propagandas repetidas enquanto espero que verigiquem minha compra por telefone. estipulei um prazo. se passasse de meia hora eu desligaria. esperava ansiosa eu poder xingar a atendente. passou-se meia-hora. ninguém me atendeu. desliguei. voltei pro computador. tentei refazer a compra. porra, se não acharam até agora quer dizer que não existe. chequei meu e-mail antes, às vezes eles mandariam o extrato depois de feito. não recebi e-mail nenhum. realmente voltei ao site da TAM, já com medo. no segundo passo - escolher o vôo - apareceu a telinha da língua e do país. AHHHHHHH!!! e ainda me retornou pra página inicial do site. quero morrer. eu compraria em outra empresa se os preços da GOL não estivessem tão altas e as outras empresas não tivessem falido. que droga. vou lá no aeroporto comprar minha passagem. era assim que eles faziam antes de existir a internet?
droga. por isso não compro nada por internet. vou pra salvador de ônibus, mesmo. foda-se que demoram três dias de viagem! não quero mais dar meu dinheiro pra essa maldita empresa.
edit: liguei lá de novo. reclamei de tudo pra mulher. em 5 minutos ela respondeu que deu problema, mesmo. falei com meu pai, ele disse que podemos ir no aeroporto comprar a passagem. realmente é mais fácil.

participem aí. eu tô. vou criar um tempo pra fazer um presentinho.
26.11.08
layout novo. cansei daquele. essa é a nova versão paty-clean-tenho-dó-dos-meus-leitores-e-resolvi-aumentart-a-letra. tudo culpa da gabi. tenho inveja dos layouts dela há muito tempo e resolvi fazer um parecido. agradecimentos especiais pro leo que sempre me ajuda com os códigos. isso aí. chega de links por hoje.
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