18.6.08

Continuando na vibe do post anterior, hoje eu vi uma pornografia bem artística.

Quem apresentou - e possivelmente quem assitiu ao espetáculo junto comigo - não há de concordar comigo e provavelmente se idignará de eu tê-lo chamado de pornografia. De fato não era. A expressão era meramente ilustrativa. Tratava-se de dois dançarinos interpretando uma dança moderna. Chamava-se "Roma". Iniciava-se com uma encenação de uma lua de mel ao som da Marcha Nupcial. Ela estava vestida com um lençol branco, com um pano tapando os olhos. Ele estava completamente nu. Ao longo do espetáculo, ela se despiu, insinuou uma masturbação e representou uma árvore seca enquanto estava nua. Ela era excelente, o parceiro dela, nem tanto. Foi bonito e artístico.

Mas foi bizarro.

16.6.08

"A pornografia que temos hoje parece não ter nenhum valor artístico, parece criada para estimular as pessoas a qualquer outra coisa que não sexo. Uma das melhores coisas da arte, da arte genuína, é que quando vemos uma imagem ou descrição de algo que se relacione com um sentimento que temos e não conseguimos expressar, ela nos faz sentir menos sozinhos. E o que a pornografia de hoje faz é o exato oposto. Faz com que você se sinta envergonhado, mais sozinho do que nunca. Vemos ou lemos pornografia sozinhos, como se o nosso prazer fosse algo para se envergonhar, algo deplorável. E isso é uma tremenda pena se pensarmos que se trata de uma atividade humana tão prazerosa. Praticamente todos os diferentes gêneros de ficção que temos hoje são baseados nessas áreas improváveis da atividade humana, como caubóis, detetives e monstros. Enquanto aquilo que mais temos em comum, que é algum tipo de prazer sexual, só pode ser abordado nesse gênero grosseiro, tolo e por baixo do pano pelo qual todos se sentem culpados e envergonhados."

-Alan Moore, retirada dessa entrevista maravilhosa.



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Toda vez que eu penso em alguma coisa, vem um escritor bem melhor que eu e diz essas exatas mesmas coisas de maneiras como eu nunca conseguiria. Dá até medo.

11.6.08

- Essa foto é muito silenciosa. É quase triste.

"É só uma torneira."



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Post nº 400. Quanta bobagem já foi escrita aqui...

9.6.08

Viciada em amores não correspondidos, desespera-se pensando em algo que possa ser realizado.

7.6.08

Me conte alguma coisa.

Contar o quê? Os filmes que vi pela metade por ter dormido no meio? Os livros que li incompletamente por ter cansado das narrativas? As vistas que vi e que me enjoaram? As músicas que não quis ouvir por falta de vontade? As fotos que não tirei por achar que não valessem a pena? As comidas que comi sem sentir-lhes o gosto? As sensações de que não senti no vento da cidade? As festas que perdi por não querer sociabilizar? Os trabalhos que não fiz por preguiça? As roupas novas que não comprei por achar todas feias? Os sonhos que poderia ter tido e não tive por falta de motivação? Os amores que não realizei por achar todos imperfeitos demais?

Contar-lhe-ei, algo, então.
Esta cidade me deixa por demais blasé.

6.6.08

Deborah Happ em

A Saga da Máquina Digital


Minha máquina antiga é uma bosta. Era. Porque minha irmã o levou para Israel e - heh - o perdeu. O que não tem o menor problema, porque ele era muito ruim, mesmo. Então, quando meu avô foi visitá-la, pedi pra que ele trouxesse uma máquina nova pra mim. Então ele trouxe uma Canon muito legal. As isntruções do manual estavam em hebraico, igual o arquivo inútil que veio no pen-drive (pelas figuras, deu pra ver que estava contando a história da Canon e coisas assim). Pelo menos eu tenho um pen-drive agora. Infelizmente, ele veio sem o CD de instalação.

Como todo mundo que tem uma Canon sabe (eu não sabia), ele PRECISA do CD de instalação. Droga. E não dava pra simplesmente trocar, já que não dá pra ir e voltar de Israel todo dia. Meu jatinho tá sem combustível. Então eu pensei em fazer uma viagem de 2 horinhas pra São Paulo e ir na autorizada da Canon pra arrumar isso. Mas como São Paulo também é longe - e eu, enrolada - acabei não indo. Um amigo meu me emprestou o CD que veio com a câmera dele. Não funcionou. Procurei o arquivo na internet. Não achei. Peguei uma vez no emule, deu errado. Procurei de novo e baixou por uma semana (200Mb). Finalmente funcionou. Mais ou menos.

Abriram todos os arquivos, menos aquele que estabelece a conexão efetiva entre câmera-PC. Uma droga. Quis morrer. Tentei de tudo e pensei que meu esforço tinha sido perdido. De novo.

E então, eu abri o "meu computador" toda triste, pensando que o mundo estava perdido, quando me deparo com um ícone de uma máquina fotográfica e, clicando nela, todas as minhas fotos!!

Mundo louco, viu...
É engraçado que quando eu sento pra fazer as coisas, parece que, de repente, tem bem menos coisas pra fazer do que eu pensava. Vai ver é que eu sou ansiosa demais.


Hoje eu comprei um filme colorido, 36 posese, iso 100 por R$11,50. Era mais caro, não era? Adoro tecnologia. Torna as coisas obsoletas mais baratas.

30.5.08

Criticando Bergman

Eu nunca tinha visto nada do Bergman, o que é uma vergonha. Mas eu também nunca vi nada do Truffout, do Godard, do Fellini, do Lynch ou desses outros caras. E eu também nunca vi ET, Independence Day, Beetlejuice (o que é o maior absurdo de todos, já que é do meu diretor favorito), Indiana Jones, Rocky ou a Lagoa Azul. Na verdade não vi um monte de filmes que eu gostaria. Mas isso é assunto pra outro post.

O fato é que todo mundo fala do Bergman, que ele é supercult e tal. Então eu fui assistir um filme dele com um amigo supercult. E eu fui na maior espectativa, lógico. O filme era Monika e o Desejo, muito difícil de achar, o que aumentou ainda mais a minha vontade de ver. Imaginei que seria um filme muuuuuito chato, sem noção e com uma direção interessante.

Então eu comecei a assistir. Era em preto e branco e sueco, mas tirando isso, poderia ser qualquer outro filme. Não tinha nada demais. Poderia ser Lagoa Azul numa língua estranha.

Depois de meia hora, imaginei que fosse ficar estranho. Ora, era apenas o início do filme, uma introdução ou qualquer coisa assim. Passou-se uma hora. Ainda não tinha nada notável. Eu fui vendo e me frustrando, porque era comum. Nos últimos 10 minutos do filme, apareceram alguns indícios de diferenciação - os melhores pedacinhos.

Isso não queimou a minha impressão do Bergman pra sempre. Discuti isso com o meu amigo e ele disse que os outros filmes dele são melhores. Preciso ir atrás do Sétimo Selo ou qualquer outra coisa. Portanto, amiguinhos, pra quem gosta de produções róliudianas, podem assistir Monika e o Desejo - se vcs acharem -, porque é quase isso.

27.5.08

Vida de produtora

Pois é. Eu não faço cinema. Mas estou quase lá. Nas últimas semanas, eu fiz figuração em um curta de um amigo meu e, antes disso, aceitei a missão kamikaze de ser produtora de um curta de outro amigo. Então eu precisei ir atrás de algumas coisas: furadeira, martelo, chaves, pé-de-cabra e... uma porta. Isso mesmo. Uma porta. O roteiro é a sobre um cara que tenta abrir uma porta de várias formas possíveis. Nessas, ela vai sendo destruída, daí a necessidade de uma porta.

Bom, depois de desistir de arrancar uma de casa, pegar de casas alheias, pegar de demolições, fazer uma ou simplesmente roubar por aí, decidi que eu precisava comprar uma, mesmo. Então eu parei na madeireira com o meu pai, desci do carro confiante e pedi uma porta. Depois de decidir pra que lado ela abriria, a largura da mesma, se era pra ter dobradiça e tal, a atendente me perguntou:

- E qual é a largura da parede?

- Não tem parede. Eu só quero a porta, mesmo.

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Ainda estou esperando que ela chegue. Liguei lá hoje e me disseram que chega hoje à tarde. Mais pra frente, histórias do set de gravação.

Edit: Deu 17h e a porta ainda não tinha chego. Liguei lá e me disseram que o caminhão tinha quebrado, que vão entregar amanhã de manhã. Só espero que realmente chegue de manhã...

25.5.08

Olhando blogs por aí que me linkaram, eu percebi que as pessoas não sabem escrever o título do blog. E, como algumas pessoas perguntaram - sim, alguém já perguntou, você não foi o único - o que raios Felimpropanpo quer dizer, direi aqui, a todos vocês a verdade.

Felimpropano não quer dizer nada. Isso mesmo. Eu inventei. E nem é um neologismo dadaísta cheio de significados. Foi um erro de pronúncia durante um trabalho de química, há uns 5 anos atrás. Fenilpropano é um componente químico que serve pra esbranquiçar papel. Lendo errado, felimpropano tornou-se um excelente nome de gnomo, de gato e, lógico, título de blog. E assim nasceu, em meados de 2004, essa coisa aqui.

Desde então o blog mudou muito, eu mudei muito. Mas ainda não tive coragem de mudar o endereço daqui. Acho que ele carrega uma história, sabe?, eu sou muito cheia dessas frescuras de não mudar o original, de preservar as coisas como elas foram. E então o blog persistiu, junto com o título.

Eu já levei isso aqui mais a sério, queria que me achassem a melhor escritora do mundo. Depois de ler mais e de descobrir que existem pessoas infinatemente melhores que eu, mesmo em seus próprios blogs, desisti disso. Mas eu ainda tenho o pequeno e vergonhoso sonho de que alguém, em sua inocência, queira escrever como eu.

24.5.08

Esses dias uma das minhas melhores amigas fez aniversário. Hoje ela comemora o aniversário dela numa baladinha. Então eu pensei em dar algum presente pra ela. Mas nós... Bom, nós somos muito diferentes. E eu não consegui pensar em nada pra dar a ela. Na verdade eu nunca consigo pensar em presentes bons. Eu sempre quero que a pessoa que receba tenha orgasmos com a linda [insira presente bem bacana aqui] que eu dei, mas isso raramente acontece. As pessoas são muito difíceis de agradar...

Mas depois de anos e anos desagradando pessoas, eu percebi que o problema não era com eles, era comigo. EU sou dificílima de agradar. Aí eu acabo escolhendo presentes que pra mim são ótimos, mas pras outras pessoas são... meio estranhas. É duro isso, viu...

Esse lance de presentes, inclusive, me fez desestimular as pessoas a me darem qualquer coisa, pq elas normalmente erram. Aí eu fico aculumando coisas que eu não uso em casa, não gosto de dar porque foi presente e já viu, né?

Mas eu não sou chata com tuuuuudo. Sou mais com roupas, sapatos e bijuterias (que é normalmente o que as pessoas dão) e porta-retratos - sem fotos (quem dá porta-retratos sem fotos? isso é uma idéia muito ruim, meu!).

Bom, meu aniversário é só em dezembro, mas eu aceito presentes o ano inteiro. Aceito chocolate, se vc estiver sem idéias (imagina ganhar cestas e cestas de chocolate de aniversário?? vai ser como a páscoa de quando eu era criança!). E meias. Adoro meias. Ou livros. Mas não pegue best-sellers ou auto-ajuda ou fantasias não recomendadas pq elas costumam ser ruins ou...

20.5.08

Eu finalmente vi Requiem para um Sonho!! Eu tinha preconceito contra esse filme, sério. Achava que era coisa de indie e pseudo-cult. Mas aí eu entrei num curso com pessoas que realmente entendem de cinema e descobri que na verdade é um filme muito bom. Aí ele entrou pra minha interminável lista de filmes para ver antes de 2054. Na verdade eu nem fui atrás em locadoras e tal, mas pretendia ver, sim. Então hoje eu o vi na aula. \o/

Requiem é um filme de 2000 tratando de drogas. Mas na verdade poderia ser qualquer outro vício. Mostra-se, na obra, uma degradação moral e até física do ser humano, cumulando - ou iniciado por - uma solidão e falta de perspectiva sem tamanhos.

É difícil dar uma sinopse desse filme, pois ele começa e termina num mesmo problema, agravado apenas pelo tempo. Pode-se dizer que gira em torno de quatro personagens principais, todos solitários, abandonados pela família, sem perspectiva e usuários de drogas. A narrativa inicia-se no limiar de uma tragédia, sendo que o clima intenso do filme aumenta à medida que os personagens se deteriorizam. É realmente perturbador.

A direção é genial. Não me atrevo a comentá-la, digo apenas que algum dia eu quero aprender a mexer numa câmera daquele jeito e fazer tudo funcionar tão bem. E a trilha sonora. Quase chorei com a música tema. Simplesmente perfeito. Fazia tempo que eu não assistia a um filme tão bem feito.

18.5.08

O problema de filmes de amor é que tudo sempre dá certo no final. A mocinha pode não acabar com o mocinho que ela queria, mas ela sempre acaba encontrando alguém. A vilã que fica entre o casal acaba saindo do caminho e até ela, às vezes, encontra um novo amor. Existem mil obstáculos, mas o amor é sempre maior que qualquer um deles. E em filmes de amor, não são princesas e príncipes em vales encantados: são pessoas como nós, com problemas. E eles também vivem felizes pra sempre. E torna tudo isso tão mais acreditável.

O problema é que a vida não é um filme de amor.

14.5.08

Ouça música de olhos fechados. A visão rouba todas as outras sensações.

10.5.08

Na boa: Hairspray é muito legal!! Não sei como não quis ver quando saiu no cinema!

Basicamente, Hairspray é sobre uma menina gordinha que quer dançar na televisão nos anos 60 e todas as implicações que isso traz, além de levar a tona questões como discriminação racial e tal, de uma forma bem bonitinha. É legal pq a protagonista é uma gordinha linda que dança, canta e atua muito bem. E, porque é um filme, ela acaba com o cara mais gato do filme. Pois é, gente, eu nunca pensei que diria isso, mas o Zac Efron (do High School Musical) é muito bonitinho. Vai ver é aquele caichinho pega rapaz do Superhomem que ele usa nesse filme. Além disso, tem a Michelle Pheiffer (mais feia pela arrogância que pela velhice de Stardust), o Christopher Walken (sempre maravilhoso e muito natural), o John Travolta (imperdível e perfeito de mulher), a Amanda Bynes (que é uma gracinha) e o Ciclopes (sem lazers, mas muito lindo). E tem muita música, muita dança, tudo muito colorido e uma galerinha muito doida aprontando umas e outras que até o diabo duvida.

Mas assistir Hairspray me fez pensar no que filmes mais bem conceituados (mas não necessariamente melhores), como Moulin Rouge ou Chicago, poderiam ter me feito pensar. O legal de musicais é que os atores mostram tudo que conseguem: dançam, cantam e atuam, tudo ao mesmo tempo. Só falta os atores tocarem instrumentos, como faziam nos musicais de antigamente. Tá, admito, eu adooooro musicais. A melhor parte é que as histórias podem ser completamente babacas (Grease - nos tempos da brilhantina), não terem roteiro definido (Cantando na Chuva), usarem as músicas pra encher espaço no roteiro (a maioria dos desenhos da Disney) ou terem histórias bem elaboradas e usarem as músicas pra facilitar o entendimento dela (como Moulin Rouge). E música sempre dá uma cara legal pra um filme, se os atores cantarem direitinho, claro. É diferente, pra começar. E diálogos ficam muito mais bonitos quando são cantados e a trilha sonora, hehe, se torna absolutamente indispensável. Eu viveria facilmente num musical, só gostaria de ter sido abençoada com uma voz um pouco melhorzinha, pra poder ser o personagem principal da minha própria existência.

Isso sem contar os musicais de palco, né? O que seria de nossas vidas sem "my spirit aaaaaaaaaaand your vooooooooice in ooooooooone coliiiiiiiiiideeeee!!"¹??


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¹ Isso é do Fantasma da Ópera, pra quem não reconheceu.

8.5.08

enquanto isso, na delegacia de Gotham...


- Nós não podemos fazer a comissão de graduação tirar um professor.

- Mas podemos deixar a sugestão.

4.5.08

Lavagem a seco

Uma das (des)vantagens de arrumar o quarto/armário é que você encontra roupas sujas pra lavar - principalmente no meu caso, onde a maioria das janelas dão para a estrada de terra, o que torna minha casa muito mais empoeirada que o normal. E lavar roupas se torna sufocante quando em 3 de cada 5 peças está escrito "lavagem a seco". O que seria lavagem a seco?

A princípio, pensei que tratava-se de panos úmidos, mas isso continuaria sendo "molhado", o que não resolve a questão.

Depois comecei a imaginar uma máquinas secadoras muito loucas que sugassem a sugeira da roupa, mas também não sei se funcionaria pra suor ou manchas de qualquer coisa.

Aí comecei a pensar em salas de vácuo enormes. Como elas são vácuo, a tendência seria estourar a roupa, para que o maior espaço possível fosse preenchido. Assim, a sugeira - que não faz, tecnicamente, parte da roupa - sairia mais facilmente. Mas isso não resolveria o problema de roupas impregnadas e, ainda por cima, poderia também desgrudar botões, zíperes e laços...

E então eu descobri que estava pensando demais.

30.4.08

Então eu peguei a máquina fotográfica semi-automática Nikon N50 emprestada do meu cunhado, já com um filme colorido de 36 poses, para que eu pudesse praticar pra aula de fotografia. E essa semana eu reservei uma objetiva grande angular (uma objetiva grande angular faz isso com as fotos. eu acho bem legal.) na faculdade pra poder tirar fotos no feriado.

E então eu troquei a objetiva da câmera e subi no mesanino de casa. Tirar foto do ambiente bucólico/refinaria de petróleo de Paulínia que dá pra ver da varanda do mesanino.

Eis que, depois de eu ligar a máquina, apontar e regular tudo, apertei o desparador(?) e o negócio não quis funcionar. Olhei no fotômetro e estava escrito "Err". Aí olhei em cima, onde fala a velocidade do obturador e quantas fotos bateu e quantas falta pro filme acabar e tal e tava escrito "Err" e ao lado tinha um deseninho de o que eu suspeito ser o obturador.

Tentei várias coisas (várias coisas = ligar e desligar várias vezes pra ver se volta a funcionar, igual fazemos com computadores - mas também pus de volta a objetiva original, mexi em todos os botões...) e nada funcionou. Até abri pra ver se o filme tinha terminado e eu não tinha o ouvido rebobinando. Nisso eu devo ter perdido umas cinco fotos. Droga. E, lógico, como a câmera é semi-automática, eu não podia rebobinar o filme manualmente pra mandar logo revelar e não queimar mais fotos.

É, pelo menos eu terei uma desculpa pra não sair pra tirar fotos e ficar em casa lendo o que eu preciso. Droga. Vou ter que reservar uma máquina fotgráfica junto com uma lente da próxima vez...

Bom, não sei se tem algo que preste no filme, mas são minhas fotos e eu queria ver como ficou.

Aliás, máquinas analógicas são bem mais legais que máquinas digitais. Pena que as coisas pra revelação são muito caras e estão desaparecendo... As pessoas não prezam mais pela arte, mesmo...

27.4.08

- Eu preferia que ela tivesse morrido. Assim eu saberia que não tivesse feito nada de errado e que é impossível estar perto dela. Além disso, não existiria essa espera interminável.

23.4.08

Eu tenho um texto de quase cem páginas pra ler, mais outro que tenho que pegar na internet e mais um outro que tenho que descobrir pra ler. Além disso tenho um stop-motion pra fazer pra segunda e um relatório de pesquisa, também pra segunda. Sábado tem churrasco do pessoal do cursinho e esse fim de semana tem evento de anime em Campinas e Virada Cultural em São Paulo. Tem três festas amanhã.

E eu estou perdendo todo o meu tempo lendo os capítulos de Death Note que eu baixei na internet. Mas eu sou uma imprestável, inconseqüente, mesmo...